MARXISMO, JUDAISMO ATEU

O Judaísmo Ateu de Karl Marx e a Questão Judaica.

Karl Marx, um dos fundadores do pensamento socialista, abordou a questão judaica em seu ensaio "Sobre a Questão Judaica" (1843). Neste trabalho, Marx analisa a emancipação dos judeus na sociedade europeia do século XIX, criticando a religião ( EMANCIPAÇÃO DO CRISTIANISMO, JUDAISMO E LEIS JUDAICAS, é essa a emancipação defendida no livro, emancipação da religião cristã e judaica ). Ele argumenta que a verdadeira emancipação dos judeus, assim como de todos os seres humanos, só seria alcançada através da abolição das condições sociais que geram a opressão e a alienação – essencialmente, o capitalismo e a religião.

Marx, de origem judaica, adota uma postura crítica em relação ao judaísmo, afirmando que a essência religiosa do judaísmo se manifesta no mundo secular através do "culto ao dinheiro" (ele escreve de maneira a sujar a imagem do povo judeu). Sua visão é a abolição da religião são necessárias para a verdadeira liberdade. Este conceito de "judaísmo ateu" reflete a rejeição de Marx não apenas ao judaísmo em si, mas a todas as religiões como formas de alienação humana. Ele ainda chama judeus de judeuzinhos, de forma pejorativa. (Jewlish).

"Portanto, a título de que vós, judeus, almejais a emancipação? Por causa de vossa religião? Ela é a inimiga mortal da religião do Estado. Como cidadãos do Estado? Não há cidadãos do Estado na Alemanha. Como seres humanos? Vós não sois seres humanos, e tampouco aqueles a quem apelais. "

Karl Marx em seu livro : Sobre a questão judaica. Autor do Comunismo.

O judeu só poderia permanecer judeu na vida estatal ao modo sofista, ou seja, na aparência; caso ele quisesse permanecer judeu, a simples aparência seria, portanto, o essencial e preponderaria, isto é, sua vida no Estado seria apenas aparência ou uma exceção momentânea em contraposição à essência e à regra” (“Die Fähigkeit der heutigen Juden und Christen, frei zu werden”, Einundzwanzig Bogen, p. 57). Marx - Sobre a questão judaica.

Ele defende Emancipação dos comunista ao Cristianismo, judaismo e Leis Judaicas. ABERTAMENTE.

Lenin, a Descoberta de Suas Raízes Judaicas e a Influência Judaica no Partido Comunista.

Vladimir Lenin, líder da Revolução Russa de 1917 e fundador da União Soviética, descobriu suas raízes judaicas em 1913. Essa revelação veio de sua irmã, que encontrou documentos mostrando que seu avô materno era judeu. Lenin, embora publicamente não tenha feito alarde sobre sua ascendência. Isto freou a perseguição aos judeus na Urss nesse periodo.

Na década de 1920, o Partido Comunista da União Soviética (PCUS) contava com uma significativa presença judaica entre seus quadros dirigentes. Em torno de 20 secretários judeus desempenhavam papéis importantes no partido, o que ajudou a mitigar o antissemitismo institucional e a violência contra os judeus. Esta presença significativa de judeus no PCUS também contribuiu para uma moderação na perseguição antijudaica, que de outra forma poderia ter sido mais intensa durante o período revolucionário e pós-revolucionário.

Bibliotecas para Judeus Ateus na União Soviética.

Durante a era soviética, a União Soviética estabeleceu instituições específicas para diferentes grupos culturais e étnicos, incluindo os judeus. No entanto, essas instituições operavam sob a estrita supervisão do estado ateu. Em várias cidades, foram criadas bibliotecas e centros culturais destinados especificamente aos judeus ateus. Essas bibliotecas tinham como objetivo promover uma cultura judaica secular, desvinculada da religião, alinhando-se com a ideologia marxista-leninista que rejeitava todas as formas de religião.

Essas bibliotecas para judeus ateus desempenharam um papel importante na preservação e disseminação da literatura e da cultura judaica secular, ao mesmo tempo que reforçavam a mensagem do ateísmo estatal. Elas ofereciam uma variedade de recursos, desde livros e periódicos até eventos culturais, todos focados em uma identidade judaica secular e socialista.

Conclusão.

A interseção entre o judaísmo e o comunismo na Rússia e na União Soviética revela uma complexa rede de influências culturais, políticas e ideológicas. Karl Marx, com seu conceito de "judaísmo ateu", desafiou as normas religiosas e capitalistas de seu tempo. Lenin, ao descobrir suas raízes judaicas, e a presença de judeus no alto escalão do PCUS ajudaram a moderar o antissemitismo em uma época turbulenta. As bibliotecas para judeus ateus refletem a tentativa soviética de reconciliar a identidade cultural judaica com a ideologia comunista, promovendo um espaço de preservação cultural livre da influência religiosa.

PORTANTO, TEMOS JUDEUS E JUDEUS COMUNISTAS QUE NEGARAM O JUDAISMO E AS LEIS JUDAICAS.

AINDA, O OBJETIVO DESSE ESTUDO É PROVAR QUE OS JUDEUS NÃO SÃO DA MESMA LINHAGEM DOS META CAPITALISTAS COMUNISTAS ATEUS, QUE, PODEM ATÉ SER JUDEUS TAMBÉM, MAS ESSES ÚLTIMOS NEGARAM O JUDAISMO E AS LEIS JUDAICAS.

Eis que eu farei aos da sinagoga de Satanás, aos que se dizem judeus, e não são, mas mentem: eis que eu farei que venham, e adorem prostrados a teus pés, e saibam que eu te amo.
APOCALIPSE 3.9