CLUBE BILDEBERG

"...as forças históricas que hoje disputam o poder no mundo articulam-se em três projetos de dominação global, que vou denominar provisoriamente “russochinês”, “ocidental” (às vezes chamado erroneamente “anglo-americano”) e “islâmico”.

Cada um tem uma história bem documentada, mostrando suas origens remotas, as transformações que sofreu ao longo do tempo e o estado atual da sua implementação.

Os agentes que hoje os personificam são respectivamente:

1. A elite governante da Rússia e da China, especialmente os serviços secretos desses dois países.

2. A elite financeira ocidental, tal como representada especialmente no Clube Bilderberg, no Council on Foreign Relations (CFR) e na Comissão Trilateral.

3. A Fraternidade Islâmica, as lideranças religiosas de vários países islâmicos e também alguns governos de países muçulmanos.

Desses três agentes, só o primeiro pode ser concebido em termos estritamente geopolíticos, já que seus planos e ações correspondem a interesses nacionais e regionais bem definidos. O segundo, que está mais avançado na consecução de seus planos de governo mundial, coloca-se explicitamente acima de quaisquer interesses nacionais, inclusive os dos países onde se originou e que lhe servem de base de operações. No terceiro, eventuais conflitos de interesses entre os governos nacionais e o objetivo maior do Califado Universal acabam sempre resolvidos em favor deste último, que embora só exista atualmente como ideal tem sua autoridade simbólica fundada em mandamentos corânicos que nenhum governo islâmico ousaria contrariar de frente.

As concepções de poder global que esses três agentes se esforçam para realizar são muito diferentes entre si porque brotam de inspirações ideológicas heterogêneas e às vezes incompatíveis.

Não se trata, portanto, de forças similares, de espécies do mesmo gênero. 

Não lutam pelos mesmos objetivos e, quando ocasionalmente recorrem às mesmas armas (por exemplo, a guerra econômica), fazem-no em contextos estratégicos diferentes, onde o emprego dessas armas não atende necessariamente aos mesmos objetivos. "

OLAVO DE CARVALHO - Livro : Os EUA e a Nova Ordem Mundial.

"A Verdadeira História do Clube Bilderberg" é um livro escrito por Daniel Estulin, publicado pela primeira vez em 2005. Nele, o autor investiga a história e as atividades do Clube Bilderberg, uma conferência anual que reúne líderes empresariais, políticos, e outras figuras influentes de todo o mundo. O livro aborda as seguintes questões principais:
  • Origem e Formação: Estulin detalha a fundação do Clube Bilderberg em 1954, mencionando o príncipe Bernhard dos Países Baixos como um dos fundadores. A intenção inicial do clube, de acordo com o autor, era promover o entendimento e a cooperação entre a Europa e a América do Norte durante a Guerra Fria. No entanto, Estulin argumenta que a agenda do grupo vai muito além disso.

  • Composição e Reuniões: O clube é composto por uma elite global, incluindo membros da realeza, banqueiros, políticos, empresários e outros influenciadores. As reuniões, realizadas anualmente em locais secretos ao redor do mundo, são altamente exclusivas e envolvem discussões sobre política, economia e outras questões globais. Estulin sugere que as decisões tomadas nessas reuniões têm impactos significativos nos eventos mundiais.

  • Teorias de Conspiração: Estulin apresenta o Clube Bilderberg como uma organização conspiratória que busca controlar os destinos do mundo, promovendo uma agenda globalista. Ele alega que o grupo tem influência sobre eleições, políticas econômicas e até mesmo guerras, com o objetivo de consolidar poder e riqueza para seus membros.

  • Controle da Mídia e da Informação: Segundo o autor, a mídia tradicional está, em grande parte, sob o controle ou influência do Clube Bilderberg, o que garantiria que suas atividades permaneçam longe do escrutínio público. Estulin afirma que a mídia minimiza ou omite informações importantes sobre o clube para proteger seus interesses.

  • Impacto Global: Estulin argumenta que o Clube Bilderberg tem uma agenda global que inclui a centralização do poder em uma governança global única, o enfraquecimento das soberanias nacionais e a criação de uma nova ordem mundial.

Segundo Daniel Estulin, o Clube Bilderberg tem uma agenda específica para alcançar a dominação global, que ele detalha ao longo de "A Verdadeira História do Clube Bilderberg". Aqui estão os principais pontos dessa agenda, conforme descritos no livro:

1. Governança Global Centralizada

  • Objetivo: Estulin alega que o Clube Bilderberg busca estabelecer uma governança global centralizada, onde uma elite transnacional teria o controle sobre as principais decisões políticas, econômicas e sociais do mundo. Isso incluiria a criação de um governo mundial, diminuindo o poder dos estados-nação e concentrando-o em instituições supranacionais.
  • Estratégia: O clube supostamente promove a integração econômica e política, como a União Europeia, como passos iniciais para essa centralização. Estulin argumenta que a criação de blocos econômicos regionais seria parte de uma estratégia para, eventualmente, unir esses blocos em uma única entidade global.

2. Controle Econômico e Financeiro

  • Objetivo: De acordo com Estulin, o Clube Bilderberg deseja controlar a economia global por meio de políticas que favorecem a elite financeira. Isso incluiria a manipulação de mercados financeiros, o controle de instituições bancárias internacionais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial, e a promoção de políticas neoliberais que beneficiam grandes corporações e bancos.
  • Estratégia: O autor sugere que crises financeiras e recessões econômicas são utilizadas como ferramentas para enfraquecer economias nacionais, promovendo a dependência de empréstimos internacionais e a austeridade, que concentram ainda mais o poder econômico nas mãos de poucos.

3. Redução da Soberania Nacional

  • Objetivo: Uma parte central da agenda, segundo Estulin, é enfraquecer a soberania das nações, limitando sua capacidade de governar de forma independente. Isso facilitaria o controle global por uma entidade supranacional.
  • Estratégia: O clube apoiaria políticas de globalização que diminuem a autoridade dos governos nacionais, como acordos de livre comércio e a imposição de regulamentações internacionais que se sobrepõem às leis locais.

4. População e Controle Social

  • Objetivo: Estulin argumenta que o Clube Bilderberg tem interesse em controlar a população mundial, tanto em termos de número quanto de comportamento. Isso incluiria a promoção de políticas de controle populacional e a manipulação da opinião pública.
  • Estratégia: O autor sugere que a mídia controlada pelo clube e as campanhas de desinformação são usadas para moldar a percepção pública, promovendo narrativas que favorecem seus interesses. Além disso, tecnologias de vigilância e controle social seriam implementadas para monitorar e influenciar o comportamento das populações.

5. Desestabilização e Controle de Regiões Estratégicas

  • Objetivo: Controlar regiões estratégicas ao redor do mundo, especialmente aquelas ricas em recursos naturais ou com importância geopolítica, para assegurar o domínio sobre essas áreas.
  • Estratégia: Estulin menciona que o clube poderia fomentar conflitos e guerras para desestabilizar regiões e, em seguida, intervir para restabelecer a ordem, garantindo que governos alinhados com seus interesses tomem o poder.

6. Educação e Cultura

  • Objetivo: Controlar o sistema educacional e a cultura global para garantir que as próximas gerações aceitem e internalizem a agenda globalista.
  • Estratégia: De acordo com Estulin, o clube promoveria currículos educacionais e produtos culturais que reforçam o globalismo, o consumismo e a conformidade com as normas ditadas pela elite global.

7. Desindustrialização e Sustentabilidade

  • Objetivo: Promover a desindustrialização em países desenvolvidos, redistribuindo a produção para regiões onde o trabalho é mais barato e as regulamentações são menos rígidas, enquanto promovem uma agenda de sustentabilidade que, na prática, enfraquece ainda mais as economias nacionais.
  • Estratégia: Estulin sugere que as políticas ambientais são usadas para justificar a desindustrialização e a centralização do poder econômico nas mãos de grandes corporações globais que controlam as cadeias de suprimentos e produção.

Esses pontos formam, segundo Daniel Estulin, a base da agenda do Clube Bilderberg para alcançar a dominação global. Ele argumenta que as decisões tomadas durante as reuniões do clube têm impactos profundos nos eventos mundiais e nas vidas das pessoas, embora essas atividades sejam amplamente ocultas do público.

NO LIVRO O AUTOR AFIRMA QUE OS INTEGRANTES DO CLUBE BILDEBERG TEM UMA AGENDA ONDE, ATÉ 2050, O MUNDO JÁ ESTARIA SOBRE UM DOMÍNIO GLOBAL COM MOEDA ÚNICA E COM UMA REDUÇÃO SIGNIFICATIVA NO NÚMERO DE HABITANTES NA TERRA. 

ESSAS IDÉIAS SÃO DEFENDIDAS ABERTAMENTE POR KLAWS SWAB, E ELES AINDA DEFENDEM QUE HAJA UMA MUDANÇA NA ALIMENTAÇÃO DOS SERES HUMANOS DE CARNE POR PROTEINA DE INSETOS.

PROCUREM O SEU LIVRO : A QUARTA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL PARA MAIORES INFORMAÇÕES.