
O termo "lumpenproletariat" (lumpenproletariado em português) se refere a pessoas que vivem na pobreza extrema e não têm uma posição na classe trabalhadora organizada. Eles são frequentemente marginalizados socialmente e podem estar envolvidos em atividades criminosas ou de subsistência. O conceito foi cunhado por Karl Marx no século XIX, embora tenha sido desenvolvido posteriormente pelos teóricos da Escola de Frankfurt.
A Escola de Frankfurt argumentou que o lumpenproletariat não poderia ser uma base para uma revolução socialista porque eles não possuíam uma consciência de classe e estavam desorganizados. Em vez disso, eles argumentaram que a classe trabalhadora organizada, que inclui trabalhadores industriais e sindicalizados, era a única classe capaz de liderar uma revolução socialista. Os teóricos da Escola de Frankfurt também argumentaram que a classe média, incluindo intelectuais e profissionais, poderia desempenhar um papel importante na transformação social.
No entanto, alguns críticos argumentam que a Escola de Frankfurt subestimou o potencial revolucionário do lumpenproletariat e sua capacidade de se organizar e lutar contra a opressão. Alguns teóricos marxistas posteriores, como Frantz Fanon, argumentaram que as pessoas que vivem na pobreza extrema podem desempenhar um papel importante na transformação social, especialmente em sociedades colonizadas ou neocoloniais.

DESCRIÇÃO DO LUPEM PROLETARIADO NA WIKEPEDIA :
O termo, que pode
ser traduzido, ao pé da letra, como "homem trapo", foi introduzido por
Karl Marx e Friedrich Engels, em A Ideologia alemã (1845). O
Lumpenproletariat seria constituído por quem nada contribuía para a
produção, dedicados a atividades marginais, como prostitutas, ladrões,
etc.
Como O Cristianismo era visto na ESCOLA DE FRANKFURT:
Theodor Adorno, um dos principais teóricos da Escola de Frankfurt, era judeu e criticou o cristianismo por sua suposta tolerância com o antissemitismo e por sua suposta repressão da sexualidade. Por outro lado, Max Horkheimer, outro teórico da Escola de Frankfurt, argumentou que o cristianismo tinha um potencial emancipatório, especialmente na forma da ética cristã da compaixão e da justiça social.
Alguns outros teóricos da Escola de Frankfurt, como Herbert Marcuse, argumentaram que a religião cristã era uma forma de alienação que mantinha as pessoas submissas e conformes ao status quo.
Em resumo, não há uma posição unificada da Escola de Frankfurt em relação ao cristianismo, e as opiniões variaram dependendo dos autores e das circunstâncias históricas.
O termo "lumpenproletariat" era associado com bandidos e prostitutas ?
Sim, o termo "lumpenproletariat" era originalmente associado com pessoas que viviam na pobreza extrema e não tinham uma posição na classe trabalhadora organizada. Essas pessoas eram frequentemente marginalizadas socialmente e podiam estar envolvidas em atividades criminosas ou de subsistência. O termo foi cunhado por Karl Marx no século XIX e se tornou parte do vocabulário da teoria marxista.
Na concepção original de Marx, o lumpenproletariat era visto como uma classe social desorganizada e despolitizada, que não tinha consciência de classe e não tinha potencial revolucionário. Essas pessoas eram frequentemente rotuladas como "lumpen" (um termo alemão que significa "trapo" ou "esfarrapado") e eram consideradas inferiores ou indignas de representação política.
Ao longo do tempo, o termo "lumpenproletariat" tornou-se associado com outras categorias de pessoas marginalizadas, incluindo bandidos, criminosos, prostitutas, mendigos, vagabundos e outros grupos que viviam à margem da sociedade. No entanto, é importante notar que nem todas as pessoas que vivem na pobreza extrema ou que estão envolvidas em atividades de subsistência são necessariamente parte do lumpenproletariat, e o termo pode ser usado de forma pejorativa ou estereotipada.
O lumpenproletariado é composto por indivíduos que estão marginalizados ou excluídos do sistema econômico, muitas vezes sem acesso a empregos estáveis ou meios de produção.
Embora alguns teóricos marxistas tenham considerado o lumpenproletariado como uma classe social inútil e desorganizada, outros, como Friedrich Engels, o consideravam uma classe em potencial, que poderia ser mobilizada e politizada para lutar contra a opressão capitalista. Engels argumentou que, embora a classe trabalhadora industrial fosse a força motriz da revolução, o lumpenproletariado também poderia desempenhar um papel importante na luta pela emancipação.
OLAVO DE CARVALHO DEIXA CLARO QUE ESSA CLASSE É UTILIZADA COMO FORÇA REVOLUCIONÁRIA PARA IMPLANTAR O REGIME COMUNISTA E DEPOIS É PRONTAMENTE DESCARTADA EM TODOS OS PAISES COMUNISTAS E SOCIALISTAS.
AINDA DEIXA CLARO QUE CLASSES COMO O CRIME ORGANIZADO NÃO PODEM SER CONTROLADAS POR VIAS ESTATAIS E QUE PERMITIR QUE A ESQUERDA USE O CRIME COMO AGENTE REVOLUCIONÁRIO É UM GRANDE ERRO.

ESCOLA DE FRANKFURT VÊ O CRISTINISMO COMO FILOSOFIA PAGÃ :
A Escola de Frankfurt se preocupou em criticar a religião como uma forma de alienação e dominação. Os pensadores da Escola de Frankfurt desenvolveram uma crítica da religião que se baseava na ideia de que a religião é uma forma de dominação ideológica que mantém as pessoas em um estado de alienação e impede que elas compreendam e transformem a realidade.
Essa crítica da religião se desenvolveu a partir da análise do papel que a religião desempenha na sociedade capitalista. Os pensadores da Escola de Frankfurt argumentavam que a religião funciona como uma forma de legitimar a ordem social existente, mantendo as pessoas em um estado de submissão e impedindo que elas questionem a estrutura social e econômica em que vivem.
Além disso, os pensadores da Escola de Frankfurt também se preocuparam em analisar a relação entre religião e cultura de massa, criticando a forma como a religião é utilizada como um elemento na produção de bens culturais de massa, como filmes e programas de televisão.
No entanto, é importante notar que a crítica da religião desenvolvida pela Escola de Frankfurt não foi uma crítica à religiosidade individual ou à experiência espiritual pessoal. Em vez disso, foi uma crítica à forma como a religião é usada como uma ferramenta de dominação ideológica na sociedade capitalista.
O MARXISMO MANDA SE EMANCIPAR DO CRISTIANISMO, O SEJA, MANDAM NEGAR O CRISTIANISMO E O COMBATEM VICERALMENTE.
O CRISTIANISMO É ABOLIDO EM TODOS OS PAÍSES COMUNISTAS, EXCETO A RUSSIA, QUE TEM O CONTROLE TOTAL DA IGREJA CATÓLICA ORTODOXA.
ESCUTE AS AULAS DO OLAVO SOBRE ESSE ASSUNTO :
AULA 01 - REFUTANDO AS TESES DO HADDAD SOBRE O LUMPER PROLETARIADO
AULA 04 - A DESTRUIÇÃO CULTURAL - O LUMPER PROLETARIADO USADO COMO AGENTE REVOLUCIONÁRIO
