O próprio Olavo de Carvalho tem aulas de filosofia explicando como a Russia fazia essas "guerras híbridas", ainda temos a Marinha do Brasil que elaborou e distribuiu um Manual de Prevenção contra a "Guerra Híbrida". Fiz este estudo com resumos para ajudar.
RESUMO DO LIVRO GUERRAS HÍBRIDAS do ANDREW KORYBKO
"Guerras Híbridas" é um livro escrito por Andrew Korybko (russo) que trata da nova forma de guerra que tem sido empregada por atores não estatais e estatais em todo o mundo, conhecida como "Guerra Híbrida". A guerra híbrida é uma forma de conflito que combina elementos militares, políticos, econômicos, sociais e psicológicos, usando táticas não convencionais para alcançar objetivos estratégicos.
O livro apresenta diversos casos em que a guerra híbrida foi empregada, como a Primavera Árabe, a crise na Ucrânia e a guerra na Síria, além de abordar a atuação de países como Estados Unidos, Rússia e China no contexto dessa nova forma de conflito.
Korybko também discute como a guerra híbrida tem sido utilizada para manipular a opinião pública, gerar instabilidade e desestabilizar governos, além de apresentar possíveis formas de se proteger e se defender contra essa ameaça.
No geral, o livro é uma análise profunda e abrangente da guerra híbrida, seus objetivos, táticas e consequências, sendo útil para aqueles interessados em geopolítica, segurança internacional e relações internacionais.
No livro "Guerras Híbridas", Andrew Korybko descreve várias táticas que são empregadas na guerra híbrida. Algumas dessas táticas incluem:
Campanhas de propaganda: o uso de meios de comunicação para manipular a opinião pública e influenciar o comportamento das pessoas.
Golpes de estado suaves: a utilização de meios não violentos, como a mobilização popular e a manipulação eleitoral, para desestabilizar governos e mudar regimes.
Desinformação e guerras de informação: a disseminação de informações falsas ou distorcidas para influenciar a opinião pública e manipular a narrativa de um evento ou situação.
Conflitos étnicos e religiosos: a manipulação de diferenças culturais, religiosas e étnicas para criar tensões e conflitos entre diferentes grupos.
Intervenções econômicas: a utilização de sanções e outras medidas econômicas para enfraquecer a economia de um país e criar instabilidade.
Operações secretas e de inteligência: a utilização de agentes secretos e espionagem para obter informações, criar redes de influência e desestabilizar governos.
Essas táticas são combinadas de diferentes formas e utilizadas de acordo com as necessidades e objetivos do ator envolvido na guerra híbrida. O livro de Korybko fornece uma análise aprofundada dessas táticas e como elas são empregadas na prática.
Korybko enfatiza que a comunicação deve ser segura e criptografada, especialmente em ambientes em que a vigilância governamental é comum. Ele discute várias ferramentas de comunicação seguras que podem ser usadas em operações de guerra híbrida, incluindo aplicativos de mensagens criptografadas e softwares de rede virtual privada (VPN).
Além disso, Korybko enfatiza a importância da comunicação horizontal entre os membros da organização, em oposição à comunicação vertical hierárquica. Ele argumenta que a comunicação horizontal permite uma tomada de decisão mais ágil e eficaz, e uma coordenação mais flexível em situações imprevisíveis.
Em resumo, embora o livro não se concentre especificamente na comunicação entre os tenentes, Korybko destaca a importância da comunicação segura e eficaz em todas as etapas da guerra híbrida e enfatiza a importância da comunicação horizontal na coordenação de ações em campo.
ESTUDO SEPARADO SOBRE COMUNICAÇÃO HORIZONTAL E VERTICAL
Comunicação Vertical é aquela que ocorre entre diferentes níveis hierárquicos dentro de uma organização. Essa comunicação pode ser de cima para baixo (chamada de comunicação descendente) ou de baixo para cima (chamada de comunicação ascendente). A comunicação vertical é usada para transmitir informações, orientações, instruções e feedbacks dentro da organização.
Exemplos de Comunicação Vertical:
- Um gerente de vendas dando instruções a um vendedor sobre como abordar clientes em potencial (comunicação descendente);
- Um funcionário apresentando sugestões para melhorias no ambiente de trabalho para o seu supervisor (comunicação ascendente);
- Um CEO enviando uma mensagem a toda a empresa sobre os objetivos e metas da organização (comunicação descendente);
Comunicação Horizontal, por outro lado, é aquela que ocorre entre pessoas que ocupam o mesmo nível hierárquico dentro da organização. Ela é utilizada para coordenar atividades, trocar informações e resolver problemas em conjunto.
Exemplos de Comunicação Horizontal:
- Dois colaboradores de um mesmo setor discutindo ideias para resolver um problema (comunicação lateral);
- Um grupo de profissionais de diferentes áreas se reunindo para planejar um projeto (comunicação diagonal);
- Funcionários de diferentes departamentos trabalhando juntos em uma tarefa (comunicação interdepartamental).
No livro "Guerras Híbridas" de Andrew Korybko, a aplicação das Revoluções Coloridas é descrita como uma das táticas da guerra híbrida. As Revoluções Coloridas referem-se a uma série de movimentos de protesto e mudanças políticas que ocorreram em vários países do Leste Europeu e Ásia Central durante as décadas de 2000 e 2010, que foram supostamente apoiados por governos ocidentais e organizações não governamentais (ONGs).
Korybko descreve como as Revoluções Coloridas são geralmente implementadas em três fases:
Preparação: Esta fase envolve o treinamento de líderes de oposição, a disseminação de propaganda anti-governo e a preparação de manifestações e protestos.
Implementação: Nesta fase, os protestos são organizados e a pressão é exercida sobre o governo para forçá-lo a fazer concessões ou renunciar ao poder. Esta fase pode envolver a criação de uma aparência de legitimidade internacional para o movimento de oposição.
Consolidação: Na fase final, o novo governo é consolidado e estabelece sua posição, muitas vezes com o apoio de governos ocidentais e ONGs.
No entanto, Korybko também afirma que a tática das Revoluções Coloridas pode ser usada de maneira oportunista por governos não ocidentais e por atores não estatais em suas próprias guerras híbridas. Ele descreve como governos como Rússia e China se adaptaram a essa tática para promover seus próprios interesses.
Em resumo, o livro "Guerras Híbridas" de Andrew Korybko descreve as Revoluções Coloridas como uma das táticas da guerra híbrida, que podem ser utilizadas tanto por governos ocidentais quanto por governos não ocidentais e atores não estatais em seus próprios conflitos.
Aplicação da Guerra não Convencional
No livro "Guerras Híbridas" de Andrew Korybko, a guerra não convencional é descrita como uma das táticas da guerra híbrida. A guerra não convencional envolve o uso de táticas não convencionais e não regulamentadas, geralmente destinadas a minar o governo ou as instituições estabelecidas de um país.
Korybko descreve como a guerra não convencional pode ser aplicada de várias maneiras, incluindo:
Operações psicológicas: a disseminação de propaganda e desinformação para influenciar a opinião pública e desestabilizar o governo.
Guerra cibernética: o uso de ataques cibernéticos para interromper as operações do governo ou instituições críticas.
Operações de sabotagem: o uso de ataques terroristas, incêndios criminosos, sabotagem econômica e outras formas de violência para causar danos ao governo ou às instituições.
Guerra financeira: o uso de sanções econômicas, ataques especulativos e manipulação de moeda para prejudicar a economia de um país e minar a estabilidade do governo.
Guerra política: o uso de pressão diplomática, coerção e intimidação para influenciar a política interna de um país.
Korybko também descreve como a guerra não convencional pode ser usada para apoiar outros aspectos da guerra híbrida, como as Revoluções Coloridas. Por exemplo, operações psicológicas e de propaganda podem ser usadas para influenciar a opinião pública e construir apoio para uma mudança de regime, enquanto a guerra cibernética pode ser usada para desestabilizar as instituições governamentais e criar caos.
Em resumo, o livro "Guerras Híbridas" de Andrew Korybko descreve a guerra não convencional como uma tática da guerra híbrida, que envolve o uso de táticas não regulamentadas para minar o governo ou as instituições estabelecidas de um país.
O capítulo "Uma Exposição da Mecânica Central das Revoluções Coloridas" do livro "Guerras Híbridas" de Andrew Korybko descreve as táticas e estratégias utilizadas pelas Revoluções Coloridas para minar os governos e as instituições estabelecidas.
Korybko argumenta que as Revoluções Coloridas são uma forma de guerra híbrida, que envolve uma combinação de táticas não convencionais, como operações psicológicas, propaganda e desinformação, protestos populares, greves e outras formas de ação não violenta. O objetivo dessas revoluções é derrubar governos que não são simpáticos aos interesses dos Estados Unidos e seus aliados.
O autor também descreve a importância do uso de mídias sociais, tecnologia da informação e outras ferramentas de comunicação para mobilizar as massas e coordenar ações. As redes sociais são usadas para disseminar propaganda, mobilizar manifestantes, fornecer informações em tempo real sobre eventos e coordenar ações de grupos de manifestantes.
Korybko destaca a importância do uso de "grupos de pressão externos" para influenciar as Revoluções Coloridas. Esses grupos, que incluem organizações não governamentais (ONGs), agências de inteligência estrangeiras e empresas de mídia, fornecem apoio financeiro, logístico e de propaganda para os manifestantes e outros grupos de oposição.
Por fim, o autor argumenta que as Revoluções Coloridas são uma forma de interferência estrangeira nos assuntos internos de outros países, projetadas para minar a soberania nacional e instalar governos simpáticos aos interesses dos Estados Unidos e seus aliados. Ele afirma que é importante entender as táticas e estratégias utilizadas nessas revoluções para poder combatê-las efetivamente e proteger a soberania nacional.
O livro "Guerras Híbridas" de Andrew Korybko aborda vários tópicos relacionados à guerra híbrida, incluindo propaganda e fabricação de consenso.
Em relação à propaganda, Korybko argumenta que ela é uma das principais ferramentas usadas na guerra híbrida. A propaganda pode ser usada para criar uma narrativa favorável à causa de um grupo de oposição, minar a credibilidade de um governo e influenciar a opinião pública em geral. Korybko discute vários exemplos de propaganda usada em revoluções coloridas, incluindo a criação de slogans e memes, a difusão de informações falsas e a manipulação de imagens e vídeos.
A fabricação de consenso é outra ferramenta importante na guerra híbrida, e envolve a criação de uma ilusão de apoio popular para uma causa ou grupo de oposição. Korybko discute várias táticas usadas na fabricação de consenso, incluindo a criação de falsos movimentos de base, a manipulação de pesquisas de opinião pública e a cooptação de líderes de opinião e celebridades.
Korybko também discute a importância da mídia na guerra híbrida, e como ela pode ser usada para disseminar propaganda e fabricar consenso. A mídia pode ser controlada por interesses estrangeiros ou por grupos de oposição, e pode ser usada para minar a credibilidade de um governo ou criar uma narrativa favorável a um grupo de oposição.
Em geral, Korybko argumenta que a propaganda e a fabricação de consenso são táticas cruciais na guerra híbrida, e que é importante entender essas táticas para poder combatê-las efetivamente. Ele também destaca a importância da mídia independente e da educação pública para combater a propaganda e garantir uma opinião pública informada e crítica.Nesta parte, vemos que a criação e fabricação de um CONSENSO INDUZIDO são utilizados na "guerra híbrida". Socialistas revolucionários utilizam a técnica da CONCIÊNCIA DE CLASSES, que é utilizada como estratégia política para ganhar hegemonia. Com a "guerra híbrida", o CONSENSO INDUZIDO e a CONCIÊNCIA DE CLASSES aliados com a propaganda em massa, são um meio de direcionar as massas pensantes em uma direção política.
Este Livro traz ainda uma nova forma de linguagem, onde os personagens descritos podem ser usados como figuras de linguagem e personagens ficticios usados como linguagem de crime. O Engôdo Semântico é aperfeiçoado na "guerra híbrida". Por exemplo, um lider de comando ou facção criminosa não fala que vai roubar um banco, ele diz que o "Putin" irá "quebrar" os bancos da Europa e fazer um "transporte". Onde, personagens em terceira pessoa se transformam em figuras de linguagem entre os criminosos. Esses elementos se transformam em forma de comunicação para evitar prisões e Interceptação de serviços de Inteligência.
O livro ainda ensina sobre a criação de grupos e Spaces de twitter para promover desinformação. Ainda orienta para que se levem pessoas para as frentes de quarteis para simular um Golpe de Estado Induzido. O que abertamente é uma cilada, já que isso é um crime com pena de 4 a 12 anos. Golpe de Estado é crime ! Eles querem induzir grupos a fazer isto. O que não quer dizer que todos os Spaces de Twitter tenham pessoas mal intencionadas, mas qualquer narrativa relacionada a Golpe de Estado deve ser repudiada.
Pelo "modus operandi" dos grupos que levaram patriotas para o incidente no dia 08 no Congresso, eu acredito que as células terroristas usavam tanto as técnicas deste livro como as táticas do Livro Manual do Guerrilheiro Urbano do Carlos Mariguela sobre infiltração e sabotagem.
LEIA AQUI O MANUAL DE PREVENÇAO DE GUERRA HIBRIDA DA MARINHA : AQUI !
SUGIRO AINDA A LEITURA DO LIVRO : MANUAL DO GUERRILHEIRO URBANO, DO CARLOS MARIGUELA PARA TER AINDA UMA VISÃO MAIS AMPLA SOBRE ESTES TIPOS DE "MODUS OPERANDI" TERRORISTAS USADOS PELO MST E INTELECTUAIS DE ESQUERDA.
CRISTÃO E MILITARES DEVEM LER, pois podem se tornar vítimas dos tais "Guerrilheiros Urbanos" infiltrados na sociedade. E quando eu falo vítima, vai de Crimes contra Propriedade a Crimes contra a Vida e a Honra cometidos pelos tais "guerrilheiros".












